domingo, 23 de agosto de 2009

Onde beber em Bruxelas (segunda parte) ou elefantes cor-de-rosa no Délirium Café


A segunda parada cervejeira (a primeira você lê
aqui) do último dia do Rock Werchter foi o super pop Délirium Café, localizado em um bequinho/ruazinha sem saída não muito longe da Grand Place.

O bar é bem grande, com pelo menos dois ambientes: um no nível da rua, no qual a cerveja escolhida é tirada do barril, e outro no subsolo, onde o líquido divino é servido na garrafa. Neste ponto, preciso dizer que não estou certa quanto à existência ou não de barris no subsolo, pois o Délirium Café foi, num curto espaço de tempo, o momento da terceira ou quarta cerveja do dia. Obviamente, isso não seria um problema caso estivéssemos falando sobre cervejas como as nossas, cujo teor alcóolico não é tão alto. Porém, quando se trata das belgas (como era o caso), com uma média de oito por cento de álcool por garrafa, a coisa muda de figura, e a mim só resta advertir que qualquer imprecisão nas informações contidas neste post são consequência do seu próprio objeto. Afinal, você não queria que eu escrevesse sobre bares e cervejas belgas sem experimentá-las, não é mesmo?




Foi no Délirium Café que experimentei, pela primeira vez, a Delirium Tremens, a cerveja belga do elefante cor-de-rosa; acabei gostando tanto que, ao longo da viagem, repeti a dose. Informação importante: o elefantinho é mesmo poderoso e mágico, bastando um copo para que se multiplique. Jogue-se na Delirium, mas fique esperto, pois, oito e meio por cento de teor alcóolico por garrafa e, duas ou três rodadas depois, você estará vendo elefantes de todas as cores.


Caso o seu paladar não seja muito afeito às beldades belgas (é difícil imaginar uma coisa dessas, mas, como tudo é possível, não vou descartar a hipótese), você não deixará de se divertir no Délirium Café, que inclui, entre as mais de duas mil cervejas do cardápio, exemplares do mundo inteiro (consulte o menu no site do bar).

O Délirium Café fica na Impasse da la Fidélité 4A - 1000. Se passar por lá, tome uma cerveja por mim. :)


P.S. As fotos deste post são minhas.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Outras trilhas

A sexta-feira (ufa) chegou e, além dos madrilenos da Vetusta Morla, Joe Lovano (e o quinteto Us Five) e Wilco, com seus últimos discos, fizeram mais felizes os dias da semana que está terminando.



Cada um na sua, ambos são imperdíveis e, mesmo que você não goste de um ou de outro gênero (jazz/rock), provavelmente não vai se arrepender se conseguir liberar os sentidos e der uma chance aos dois. Vale a pena. :)

P.S. Mais sobre os discos, aqui (Joe Lovano) e aqui (Wilco).

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Un Día en el Mundo

Inspirada pela matéria publicada na edição eletrônica do El País de ontem (que você lê aqui), a trilha sonora do passeio da Gigi de hoje foi toda dedicada ao disco Un Día en el Mundo, da banda madrilena Vetusta Morla, que, acredite, vale a pena conferir.

A propósito, a matéria do El País fala sobre a última edição do
Sonorama, que, segundo o site do festival, "ha sido catalogado como el festival de música pop rock más importante de Castilla-León y uno de los más importantes a escala nacional".

Mais um pra lista que você encontra
aqui e em outros posts do marcador Shows e Festivais na Europa.

domingo, 16 de agosto de 2009

Onde beber em Bruxelas (primeira parte) ou Toone, o meu escolhido


Quem leu o último post sobre o Rock Werchter (Rock Werchter 2009 ou quatro dias de shows, sol, calor e muita poeira) talvez tenha estranhado a quantidade de dias mencionada no título (quatro) e aquela citada no texto (cinco).

A explicação é simples: o festival de fato tem cinco dias e nós havíamos comprado o "combo" que dava direito a todos eles. Porém, embora a vontade de ver os shows do Seasick Steve e do Nine Inch Nails fosse grande, o cansaço e a tentação de ir a Bruxelas (que fica pertinho de Leuven) no domingão para dar um rolezinho pela cidade e rever o meu bar preferido, o Toone (sobre o qual eu já havia falado aqui), foram maiores.

Além disso, eu e o Carlos tínhamos feito tanta propaganda e prometido ao Mac (amigo que, com a Lili, nos encontrou em Leuven) que iríamos levá-lo ao Toone, que o melhor mesmo foi abandonar o último dia do Werchter e passar um domingo feliz com os amigos em Bruxelas, passeando e tomando cerveja belga.




Depois de almoçarmos em um dos vários restaurantes da rua onde fica o Toone, entramos no bar, que, naquele horário, ainda estava vazio, e demos início a nossa peregrinação dominical (para mim e para o Carlos, o Toone seria o primeiro de três bares naquela tarde).


Com um certo peso na consciência, deixei de lado minha fidelidade à Duvel e, dessa vez, pedi uma Kwak, a cerveja que você vê na segunda foto abaixo.



Para ser franca, eu andava cobiçando a Kwak há tempos e não me arrependi da traição, pois, além de ser muito boa, achei divertido o charminho do copo ampulheta com o suporte de madeira e entendi o porquê da preferência dos belgas pela cerveja (em noites de bar lotado, eu havia observado que praticamente todas as mesas pediam Kwak).

Uma ou duas rodadas no Toone e rumamos para o segundo bar do dia, o pop Délirium Café, em cuja rua, além do bar em si, encontrei algo que procurava há um tempinho. Mas, isso é outra história, e, se você se ligou no título deste post, deve ter percebido que o relato das aventuras em Bruxelas está só começando.

Para terminar, segue um trechinho de outro post (Cervejas, chocolates e marionetes), com mais detalhes sobre o Toone - incluindo o endereço - e, na sequência, fotos do bar que, ai, ai, me deixaram morrendo de saudade.

"E para degustar a Duvel e outras preciosidades, o bar eleito foi o Toone (que ganhou meu coração e minha preferência absoluta em termos de bar em Bruxelas, embora, segundo o Carlos, existam outros com mais opções de cervejas), localizado na 6 Impasse Schuddevelde, numa entradinha que, exceto por uma faixa suspensa indicando o teatro de marionetes, é de difícil visualização. Sim, há um teatro de marionetes no local e, dentro do bar, na sala intermediária, há bonecos numa espécie de palco e arquibancadas de madeira recolhidas, dando a impressão de que o bar pode se transformar num teatro a qualquer momento. Os espetáculos de marionetes (a peça em cartaz era Drácula) podem ser vistos por volta das oito horas da noite, creio que numa sala separada do bar. Infelizmente, não conseguimos vê-los em nenhuma das ocasiões em que estivemos lá, pois não chegamos a tempo. O Toone conta ainda com um simpático morador felino que costuma fazer suas aparições no final da noite, quando o bar já está ficando vazio, e que é uma graça."







P.S.1 O Toone fica em uma das ruazinhas que desembocam na Grand Place.

P.S.2 As fotos deste post são minhas.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

"A machine for loving"


No walkman há dias.

Mais sobre o disco: Iggy Pop, Iggy Pop Préliminaires, allmusic e Folha Ilustrada (a dica do último link foi do Carlos).

"No more albums"?

Distraidamente passando os olhos pela edição eletrônica do Guardian de hoje, dou um pulo na cadeira quando leio a manchete: "Radiohead 'No more albums'".

Calma, é isso, mas, ao mesmo tempo, não é; singles para download e EPs ainda estão valendo.

Para saber o que está rolando, clique
aqui. (Desculpe, mas não vou traduzir e nem fazer um resumão. Se precisar de ajuda, me escreve.)

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Rock Werchter 2009 ou quatro dias de shows, sol, calor e muita poeira


Além de alguns dos melhores shows da trip de junho/julho passados, o Rock Werchter foi responsável por outros momentos interessantes, como o da apresentação de Emilíana Torrini e da dos americanos ensandecidos do Yeah Yeah Yeahs (para os quais, infelizmente, eu não tinha mais forças; vi o show do lado de fora do cirquinho e acredito que isso acabou contribuindo para que os caras não entrassem na lista dos melhores shows da viagem).

Yeah Yeah Yeahs

Também vimos Regina Spektor e Elbow, que decepcionaram um pouco, e Placebo, The Killers e Franz Ferdinand, cujos shows surpreenderam.

Regina Spektor

Placebo

Franz Ferdinand

Se, por um lado, o Werchter contribuiu para a lista dos melhores shows da viagem (aqui e aqui), por outro, proporcionou todo o material para a dos piores. No caso, os vencedores da categoria de shows mais chatos da trip foram Coldplay e Oasis, nessa ordem. Tudo bem, não gosto de nenhuma das duas bandas, mas juro que estava com boa vontade. O Oasis começou bem e a primeira meia hora teve um quê de Rolling Stones que me deixou esperançosa (chegamos a comentar, eu e o Carlos, que os caras estavam mandando bem e tal), mas, depois, algo misterioso aconteceu e o repertório foi ficando chato, chato, chato, até se tornar tedioso. Já para o Coldplay não houve esperança: a primeira meia hora foi um martírio e, depois disso, entreguei os pontos e peguei o caminho da roça para a cidade, sonhando com minha caminha de hotel e tentando abstrair a música enquanto andava até os ônibus.

Entretanto, feliz ou infelizmente, um festival não é feito só de bandas e, para um estrangeiro, participar da festa significa observar como a população local se comporta e como funcionam as coisas (organização etc.). Tem também o fato de que, em razão do festival desejado, você acaba indo parar em cidades que talvez não viesse a conhecer de outra forma, pois nem sempre são tão turísticos os locais onde os shows acontecem.

Apesar de ter apenas dois palcos, o Werchter é um festival grandão, de cinco dias, que rola na cidade de mesmo nome, numa espécie de zona rural. Há áreas para camping, mas muita gente, como aconteceu comigo e com o Carlos (que foi ao Werchter pela segunda vez), fica em Leuven, uma cidadezinha universitária belga super charmosa (que vale a visita), localizada a uns vinte minutos do local do festival.

Leuven

Como a organização do Werchter é animal, é muito fácil ir de Leuven até ele: basta pegar um dos muitos ônibus gratuitos que saem da estação de trem da cidade, com a finalidade exclusiva de transportar o público do festival. Para voltar, a mesma coisa. Ah, e sem muvuca: assim que os assentos dos ônibus lotam, os motoristas dão a partida. Às vezes, mesmo com bancos vazios, os veículos partem. A foto que você vê imediatamente abaixo foi tirada no primeiro dia do festival, em que a galera estava chegando e embarcando para os campings, o que significa que ela não reflete a realidade diária de quem está em Leuven, pois, no geral, não há filas e, quando há, andam muito rápido.



Ficou empolgado e tá pensando em ir ao Werchter no próximo ano? Okay, eu recomendo, porém, prepare seu espírito guerreiro e tenha em mente o seguinte: cansa. Tudo é muito organizado e o clima, como diz o Carlos, é de paz e amor (uma multidão e nem uma briga sequer), mas você terá que enfrentar, diariamente (caso fique em Leuven, como nós), um trecho a pé de aproximadamente vinte minutos para ir do local onde param os ônibus até a entrada do festival e o mesmo percurso cruel na volta (sendo que a ida normalmente será sob o sol escaldante e, a volta, sob o peso do cansaço e do sono). No primeiro dia até que é tranquilo, mas, a partir do segundo, o bicho começa a pegar. A cada novo trajeto o Carlos dizia que tinha certeza que alguém havia aumentado o caminho, pois é exatamente essa a impressão que se tem.

Falando em sol, o festival acontece durante o verão europeu e, como eu disse aqui, o primeiro dia do Werchter foi um dos mais quentes da minha vida. A galera fica toda espalhada pela grama/terra tomando cerveja, sorvete, raspadinha etc. e grande parte das meninas do local usa tops de biquíni; ou seja, o festival vira uma espécie de praia, só que sem água. E, Deus, como eu desejei um pedaço de mar, uma piscina, uma poça, qualquer coisa onde eu pudesse mergulhar e aliviar o desespero causado pelo calor!


Como em toda praia muvucada, é claro que rola farofa. As muitas barracas de comida ficam o tempo todo lotadas e o público se espalha pelo chão/poeira com suas guloseimas, cujas embalagens acabam ficando por ali mesmo. Daí os meus pedidos contínuos (que foram atendidos) para que as divindades mantivessem a chuva bem longe da Bélgica, pois, embora eu estivesse podre de calor e querendo água, a idéia da lama com o lixo não estava me agradando.


Por último, os banheiros. São muitos e a fila anda rápido (muitas vezes nem há fila), mas, ao mesmo tempo, são químicos e servem milhares de pessoas. Resultado: ficam nojentinhos. Devo ser justa e admitir que já vi banheiros químicos bem mais bizarros que aqueles (rola uma limpeza, uma espécie de sucção dos dejetos não sei quantas vezes ao dia), mas, de qualquer forma, o uso contínuo e diário das casinhas nessas condições acaba embrulhando o estômago. Um dia passa, dois também, mas, a partir do terceiro, enjoa.

Veja, não quero dizer com tudo isso que o Werchter seja uma roubada, porque não é. Ao contrário: é um festival grande e muito bem organizado, com uma produção no mínimo curiosa (onde Nick Cave e Coldplay tocam no mesmo palco), em que o público é feliz e divertido (o telão mostra com frequência as reinações da galera) e a cerveja disponível é belga (infelizmente não é Duvel e companhia, como aconteceu no Gent Jazz Festival, e nem é das mais geladas, mas quebra o galho).

No meu caso, alguns shows inesquecíveis e muita poeira depois, não posso dizer que não volto.

Fotos: Camila Guido e Carlos Soares

sábado, 8 de agosto de 2009

Viaje no Guardian

Eu já disse, mas acho que nunca tão abertamente: adoro o Guardian! (Nada mais natural, já que um jornal com uma seção tão legal sobre viagens só poderia mesmo ser adorado por uma viciada no assunto como eu).

Se você está procurando dicas sobre viagens (para qualquer canto do mundo), não deixe de acessar o "caderno" de viagens do Guardian, aqui.

Além das dicas do jornal, clicando em Readers' tips, você acessa o Been there, uma seção com dicas de leitores/viajantes do mundo inteiro; as dicas são tão bacanas que o jornal fez uma coletânea dos tópicos mais populares e os transformou em guias (Been there guides), como o de trens, o de festivais, o de uma road trip pelos Estados Unidos e o de mochileiros, só pra citar alguns.

Com tanta informação na rede, fica ou não muito fácil viajar? :)

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Próxima parada: Portugal

Ops, eu ia escrever "ontem acordei", mas, na realidade, anteontem acordei (de uns anos pra cá a vida deixou de simplesmente andar ao meu lado pra sair correndo na minha frente) com aquela idéia ainda na cabeça. Resultado: comprei uma passagem e, em outubro, embarco pra Portugal.

Por que Portugal?

Vontades. Vontade de ir a Lisboa, a Sintra, ao Porto, de fazer uma viagem calminha (sem grandes deslocamentos, hora marcada e correria), de comer bem, ver coisas bonitas... Enfim, não importa. O fato é que, depois de decidir, fiquei feliz da vida, e agora estou super nos preparativos.

Ando sem tempo e ainda não consegui ir à livraria fuçar na prateleira de guias (embora, no fundo, saiba que vou acabar comprando o bom e velho Lonely Planet) e muito menos flanar pela internet em busca de blogs e sites com dicas sobre o país (nada que o final de semana que se aproxima não resolva); mas, pensando em Portugal, lembrei de um blog bacana, de uma amiga de um amigo (o Mac), sobre a viagem que ela fez a Portugal e à Espanha. Não consegui ler todo o relato ainda (ai, eu quero dias com trinta e seis horas!!!!!!), porém, nos próximos dias, além de procurar mais informações, pretendo me divirtir com as Viagens de Ligelena.

Além disso, alguns amigos que já estiveram no terra de Fernando Pessoa, como a Lu, a Regina e o Fernando, me deram toques preciosos, que já estão anotados. Obrigadinha!

Mais sobre Portugal (e sobre as viagens que já rolaram) nos próximos meses. Aguardem.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Requisitos para entrada na Espanha

Depois das diversas notícias sobre brasileiros que foram barrados por funcionários da imigração na Espanha, quem vai para a Europa sabendo que fará a imigração por lá acaba ficando com um certo receio. Foi o meu caso.

Ao comprar a passagem, a Iberia tinha o melhor preço e aí, adivinhe, economizei dinheiro e ganhei mais uma preocupação, pois a escala do meu voo de São Paulo para Düsseldorf, em junho passado, era justamente em Madri, o pesadelo dos brasileiros.

Embora eu tivesse todos os comprovantes que demonstravam que eu estava fazendo turismo, fiquei apreensiva até o último momento, quando o funcionário da imigração, por volta das seis da manhã de uma sexta-feira, após levantar os olhos de relance pra mim, abrir meu passaporte e carimbá-lo, me dispensou sem pedir um documento sequer! Passagem aérea, hospedagem, perguntas, nada (bem diferente de Londres, outro lugar que inspira cautelas, onde fui sabatinada pelos funcionários da imigração nas duas vezes em que estive lá). Melhor assim.

De qualquer forma, para ficar tranquilo e não colocar a viagem em risco, procure sair do Brasil com todos os comprovantes necessários. No caso da Espanha, a Regina, amiga que há pouco havia voltado de lá, me deu a dica, dizendo para que eu consultasse o site do
Consulado-Geral do Brasil em Madri, onde estão listados os requisitos para entrada no país.

Para quem vai ficar, na Espanha, na casa de um amigo ou parente, é importante observar que a carta-convite exigida é mais complicadinha que o normal. Para consultar a norma que a regulamenta, clique
aqui.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

As minhas reinações

Viagens são o meu fraco e estou cada vez mais viciada. Faço contas, economizo, deixo algumas coisas pra depois, mas não abro mão dos meus planos e dos lugares nos quais quero colocar os meus pezinhos.

Mal voltei da Europa e já estou tentando fazer uma programação que se adapte aos poucos dias que restam de férias, aos reais que pretendo gastar e ao meu calendário de cursos e provas. Foi meio difícil, mas parece que consegui decidir. Se amanhã, ao acordar, a idéia ainda estiver comigo, coloco a coisa em prática.

Além de organizar a próxima viagem, espero, também, conseguir pôr em ordem as que ficaram pra trás, pois há muitas fotos e informações que merecem ser registradas e compartilhadas. Peru (Cusco, Vale Sagrado, Puno, Lago Titicaca), Aachen, Amsterdam, Antuérpia, Barcelona, Berlim, Bruxelas, Chapada dos Veadeiros, Colônia, Gent, Leuven, Londres, Monschau, Praga, Rio de Janeiro, Roma, Santiago do Chile, Tiradentes, Valparaíso, Veneza, Viena, Viña del Mar, são alguns lugares que, cedo ou tarde, devem aparecer por aqui, alguns pela primeira vez, outros não.

E, claro, tem aquela idéia. Mas essa eu conto depois. :)