Mostrando postagens com marcador Praga. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Praga. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 19 de maio de 2009

Barcelona, Bruxelas, Londres, Paris e Praga: onde ficar

É muito provável que, ao ler o post Um teto pra chamar de seu ou a vida depois dos trinta, você tenha notado que, na hora de planejar uma viagem, onde ficar é uma das minhas grandes preocupações e, claro, uma das prioridades na hora do planejamento. Assim, por mais que a internet tenha tornado tudo bastante simples e prático, sempre fico feliz quando recebo uma boa dica de hospedagem (que costumo seguir).

Pensando nisso, a partir de critérios como limpeza, segurança, localização, aconchego e preço, seguem algumas sugestões para o seu mais que merecido descanso após um dia exaustivo de férias:

BARCELONA

Hotel Principal: Ótimo hotel, com excelente localização.

Barcelona, Park Güell

BRUXELAS

ApartmentsApart Brussels: para saber mais sobre as minhas impressões a respeito dos apartamentos da rede ApartmentsApart de Bruxelas, clique aqui.

Bruxelas, Grand Place

LONDRES

Europa House Hotel: Aconchegante é a palavra que melhor define o Europa House. Além disso, está localizado a uma quadra do metrô (e praticamente atrás do Hyde Park), tem ótimas acomodações (só não espere elevador), o pessoal da recepção é atencioso e prestativo e há vários restaurantes nos arredores.

Jurys Inn Chelsea: perde em localização e aconchego para o Europa House, mas não deixa de ser uma boa opção.

Londres, Rio Tâmisa, Parlamento

PARIS

Hotel Beausejour Montemartre: ótima localização, o quarto triplo era grande e o café da manhã (que não está incluído no diária) vale o quanto custa. Considerando que em Paris a hospedagem costuma ser cara, o preço do Beausejour é bem razoável. O atendimento decepciona um pouco, mas nada que seja irremediável.

Etap Hotel Paris La Villette: antigo conhecido do Carlos, eu diria que, sem abrir mão de algum conforto (como banheiro no quarto), o Etap La Villette é uma ótima opção para uma estada econômica em Paris. Não está localizado propriamente no meio da badalação, mas fica a poucos passos do metrô.

Interior da Notre Dame de Paris

PRAGA

Hotel Angelis: perto do metrô, acomodações excelentes (a ponto de superar as expectativas), pessoal do hotel simpático e ótimo preço.

Praga, Praça da Cidade Velha

P.S.1 Com exceção do Europa House Hotel, a reserva de todos os outros hotéis pode ser feita pelo Booking.com, que, normalmente, tem tarifas melhores.

P.S.2 Todas as fotos deste post são minhas.

domingo, 17 de maio de 2009

Violinos em Malá Strana ou Praga: onde comer

Foto: Camila Guido/Praga, Malá Strana

Sempre que penso em Praga sou tomada por uma felicidade visceral e por uma saudade que não tem explicação. É quase como se ela fosse uma velha conhecida, um lugar onde eu sempre estive.

Perambulando por Malá Strana - o bairro onde está o Castelo de Praga - numa tarde cinzenta e fria de novembro, eu e a Smith entramos ao acaso no restaurante que fica sob os violinos da Rua Nerudova, o U Trí Houslicek (para ser exata, no original, há um acento circunflexo ao contrário no r de Tri e no c de Houslicek), onde fomos bem felizes.

Em primeiro lugar, para explicar os violinos que você vê na foto deste post, utilizo texto da publicação Praga - A Cidade Mãe, de Marie Vitochová, Jindrich Kejr e Miloslav Husek (acentos circunflexos ao contrário no r de Jindrich e no s de Husek), em Português, comprada em uma livraria da praça da Cidade Velha:

"Durante os passeios pelas ruas de Malá Strana com frequência vemos quadros, plásticos ou relevos, símbolos nos edifícios, estreitamente ligados às casas, à sua história, vida ou profissão de seus proprietários originais. Outrora estes adornos das fachadas serviam para identificar cada casa e o seu proprietário, tinham também a função votiva ou protectora ou indicavam a que se dedicava o seu proprietário." (p. 43)

Especificamente sobre os três violinos, o site do U Trí Houslicek traz a seguinte explicação:

"Esta casa famosa 'Três pequenos violinos' pertenceu já no século XVI ao pintor da corte do Emperador Rudolf II. Mais tarde, tornou-se o lugar da mais significativa loja de violinos tcheca." (Tradução livre; o texto original em inglês você confere aqui.)

Além de todo o contexto histórico, o U Trí Houslicek merece a visita também pela ótima comida e pelo ambiente agradável e aconchegante. Há pratos típicos tchecos, como a ótima sopa que tomei como entrada, e pratos da cozinha internacional, tudo de boa qualidade. Isso sem falar no atendimento, excelente, e no preço, que é perfeitamente razoável (se estiver num esquema muito rígido, economize uns poucos euros - ou coroas tchecas - um dia antes; lembre-se: o leste europeu é mais barato que a Europa em geral).

Por fim, seria uma pena, mas, caso você não suporte música clássica, não entre no U Trí Houslicek.

sábado, 2 de maio de 2009

No metrô em Praga e em Budapeste: CUIDADO

Há algumas cidades da Europa, como Praga e Budapeste, cujas estações de metrô não possuem catracas, sendo necessário validar o bilhete antes de embarcar no trem.

No metrô de Praga ou no de Budapeste, mesmo que você passe horas procurando uma máquina, não deixe de validar seu bilhete.


Foto: Camila Guido/Praga

Costuma ser difícil um fiscal pedir para ver o bilhete no metrô, mas nessas duas cidades a coisa é um pouco diferente.


Foto: Camila Guido/Budapeste

Em Praga, os fiscais ficam disfarçados de pessoas comuns - você só percebe que são fiscais quando é abordado por eles - e pedem para ver o bilhete quando você já está quase chegando na plataforma, longe da máquina de validação (ao menos foi assim que aconteceu comigo). Aliás, chega a ser engraçado, pois ficam como loucos, em trios, por exemplo, cercando todas as pessoas que tentam passar por eles.

Foto: Camila Guido/Praga

Já em Budapeste os fiscais usam identificação, ficam logo na entrada do acesso aos corredores que levam às plataformas e você é obrigado a mostrar o bilhete ao passar. IMPORTANTE: ao mudar de linha, ou seja, ao fazer baldeação, você tem que validar um novo bilhete, o que não é comum nos outros lugares. Então, se você tiver dois bilhetes que parecem duas tripinhas de papel ligados um ao outro e destacáveis num lugar picotado (os meus eram assim), você terá que validar um deles na primeira viagem e o outro quando mudar de linha, para poder embarcar no outro trem.

Foto: Camila Guido/Budapeste

Caso você não siga as regras e seja pego, além da chateação, terá que pagar uma multa de alguns euros. Fique atento!